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Câncer Colorretal

O mês de março é representado na cor azul e traz uma temática muito importante: o câncer colorretal. Essa doença de início silencioso é uma das mais frequentes entre homens e mulheres, sendo 85% dos casos diagnosticados em fase mais avançada.

 

Para evitar um diagnóstico tardio e aumentar as chances de cura, a melhor forma de prevenção é conversar com seu médico, fazer exames de rotina, manter uma alimentação saudável e realizar atividades físicas frequentemente. A Rede Primavera possui uma equipe médica altamente capacitada e que sempre se atualiza para melhor atender nossos pacientes.

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Fatores de risco

Diversos fatores podem impactar o surgimento de câncer colorretal. O mais comum é o etário, especialmente em pacientes acima dos 45 anos. Incluem ainda:

    Obesidade
    Acromegalia
    Tabagismo
    Ocorrência de colecistectomia
    Sedentarismo
    Dieta pobre em fibras e rica em gorduras e proteìnas
    Pós-radioterapia
    Ocorrência de doença inflamatória intestinal
    Etilismo
    Histórico familiar

 

Sintomas

O câncer colorretal, em geral, é uma doença bastante silenciosa. As principais queixas clínicas dos pacientes envolvem a ocorrência de sangramento anal e a alteração do hábito intestinal. Outro ponto de atenção diz respeito a presença de pólipos no intestino grosso. Pesquisas neste campo demonstram a relação deste câncer com os pólipos do intestino grosso.

O sangramento anal, apesar de bastante frequente, não deve ser confundido com sangramento hemorroidário, o que causa certa confusão e retardo do diagnóstico. É importante que o médico identifique corretamente o tipo de sangramento.

Pacientes que durante a vida toda tiveram o hábito intestinal normal e agora, aos 50 anos, sofrem com alguma alteração significativa precisam ficar atentos A presença de diarréia e constipação também está associada ao câncer.

 

Diagnóstico

Um alto percentual de pacientes são considerados assintomáticos por um longo período a partir do surgimento do tumor. Contudo, não se pode aguardar o surgimento de manifestações clínicas para efetuar o diagnóstico.

A colonoscopia é a melhor ferramenta para identificar o câncer colorretal, principalmente após os 45 anos de idade, conforme indicado pela Associação Americana de Oncologia. O exame colonoscópico tem alta precisão e objetiva a detecção dos pólipos, que podem ter variadas formas e tamanho.

 

Prevenção e tratamento

A melhor forma de impedir a progressão para uma neoplasia maligna ou para uma forma invasiva do câncer é por meio de reconhecimento e retirada dos pólipos presentes na região colorretal.

O câncer colorretal é uma doença tratável e curável. A cirurgia corresponde ao tratamento inicial, com a retirada da parte do intestino afetada e dos gânglios linfáticos dentro do abdome. Outra etapa do tratamento inclui a radioterapia, associada ou não à quimioterapia, de forma a diminuir a possibilidade de recidiva do tumor. Esse tratamento depende principalmente do tamanho, localização e extensão do tumor.

Quando a doença está espalhada, com metástases para o fígado, pulmão ou outros órgãos, as chances de cura ficam reduzidas. Após o tratamento, é importante realizar o acompanhamento médico para monitoramento de recidivas ou novos tumores.

 

FONTE: https://ipemed.com.br/blog/cancer-colorretal/

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